Em plena lua de mel arranjei espaço prá realizar um sonho: assistir pela primeira vez um jogo dos Broncos ao vivo. Foi também meu primeiro jogo da NFL...11/9/2005....http://picasaweb.google.com/anconak/Miami2005#
Em plena lua de mel arranjei espaço prá realizar um sonho: assistir pela primeira vez um jogo dos Broncos ao vivo. Foi também meu primeiro jogo da NFL...11/9/2005....
II. Modo de Preparo
1. Corte o tomate e retire a polpa e as sementes. Não precisa tirar a casca:
Então pique bem o tomate.
3. Corte o abacate, retire o caroço do meio e com uma colher retire toda a polpa do mesmo. Coloque a polpa do abacate junto com os outros ingredientes previamente picados. Com um garfo vá amassando o abacate e misturando, até formar uma pasta uniforme, conforme a foto abaixo:
4. Acrescente o coentro, bem picadinho. Aqui uma observação. Eu sei que muitas pessoas não gostam de coentro. Eu também era uma delas. Mas não pode faltar em receitas de comidas mexicanas e baianas. No guacamole acho indispensável. Mas se você realmente não suporta, coloque salsinha no lugar...

5. A base do guacamole está pronta, chegou a hora de temperar. Aqui as variações são muitas. Sal e limão são indispensáveis. Vá colocando sal e experimentando, o sabor tem que aparecer bem. Acrescente o limão a gosto. Eu particularmente coloco pelo menos suco da metade de um limão...se for pequeno, suco de um limão inteiro. E prá finalizar, uma pitada de páprica picante (ou pimenta Cayena moída) e molho de pimenta vermelha. Eu utilizei a Tabasco vermelha. Se você tiver a Tabasco verde, melhor ainda, o gosto de jalapeño dessa Tabasco é bem típico mexicano.
O importante é que o guacamole fique bem temperado, porque ele é que vai dar sabor prás tortillas chips de milho, que são feitas exatamente sem sabor para você preparar seu dip. É uma mistura perfeita. Se John Madden fosse comentar, ele diria mais ou menos assim: "This tortilla chips goes here....the guacamole goes there...and BOOOM....THERE'S YOUR FLAVOR"....
No Brasil até pouco tempo atrás não tínhamos tortillas chips sem sabor. Tínhamos que apelar para as caras americanas e mexicanas importadas. Até que a Elma Chips resolveu lançar o Doritos Dippas:
Como eu já disse, essas tortillas de milho não possuem sabor algum e nasceram prá serem dipadas. Eu particularmente não gosto dos dips lançados pela Elma Chips aqui no Brasil. O de tomate, se você der uma temperada, até dá prá encarar. Mas o de queijo é "indipável". O meu dip de cheddar é bem melhor...:-))....a receita pinta logo por aqui. Assim como de outros dips para o seu tailgate.
Mergulhe a tortilla no guacamole e se delicie. Só não vale dar o double dip...:-))Como vocês podem reparar no gráfico (em amarelo), o cover two deixa vários "soft spots", ou seja, áreas que ficam descobertas pela defesa. Passes curtos, entre cornerbacks e safeties, típicos da west coast, causam problemas. E como os ataques também começaram a usar muitas formações com vários receivers ("spread formations"), os safeties começaram a ficar muito sobrecarregados, pois tinham que cobrir muito campo e quando aparecia um terceiro receiver no passe longo, a coisa desandava. Na metade da década de 90, Tony Dungy e Monte Kiffin começaram a criar uma variação híbrida do cover two para suprir essas falhas que estavam sendo muito bem exploradas pelos ataques da west coast offense. Surgia o Tampa two.
A tampa two tenta preencher os "soft spots" criados pelo cover two. A principal diferença está no jogo do middle linebacker. Na tampa two ele é responsável em cobrir até 30 jardas downfield, dividindo o campo para o passe longo em três, criando praticamente um "cover three", o que acaba tirando muita pressão dos safeties na cobertura, já que agora, ao invés de cobrirem metade do campo, são responsáveis por 1/3 apenas. Por isso mesmo você sempre vê Brian Urlacher cobrindo receivers downfield. O resultado é que, como os safeties cobrem menos campo, eles têm mais condições de cobrir os buracos deixados pela cover two tradicional, principalmente o espaço entre eles e os cornerbacks e linebackers.
Os outside linebackers continuam responsáveis em cobrir o jogo de passe curto pelo meio, com o campo dividido agora em 4 partes. Por isso mesmo que a velocidade é tão importante nesse esquema, já que esses LBs vão ter que cobrir mais campo. Derrick Brooks fez seu nome com sua velocidade exatamente por essa característica do tampa two.
Os cornerbacks nesse esquema são mais agressivos, tentando bloquear os receivers na nascente de suas rotas na linha de scrimmage, o que, além de facilitar a chegada do safety, ajuda a desequilibrar o timing entre quarterback e receiver, tão importante na west coast offense. Cornerback físicos são vitais para esse sistema, pois os receivers estão cada vez mais rápidos e fortes e não é fácil criar um jamming nesses WRs, vital para o bom funcionamento da tampa two.
Os defensive linemen são ainda mais agressivos, tentando sempre criar pressão constante no quarterback. Cada X (ver gráfico) é responsável apenas por um gap, tentando pressionar ao máximo o QB. Warren Sapp foi sinônimo de defensive lineman do tampa two, sempre criando problemas para olinha ofensiva. E nesse esquema raramente ocorrem blitzes, por isso mesmo é muito importante que a defensive line crie essa pressão, porque, jogando solto, um bom quarterback vai simplesmente jantar as zonas da tampa two.
Por essas características, a tampa two é perfeita para evitar as big plays adversárias. Ela sofre com um bom jogo corrido e talvez com um bom jogo de passes curtos, mas o ataque vai penar prá conseguir grandes ganhos, tendo que jogar com muita paciência, no "dink and dunk". A força da tampa two é a aposta de que, em algum momento, o quarterback vai perder essa paciência e forçar o jogo aéreo longo e cometer um turnover. Foi o que aconteceu com Aaron Rodgers na semana 4 contra o Bucs e com Jay Cutler também na semana 4 contra o Chiefs.
Hoje, além de Tampa Bay, Colts, Bears e Lions usam a tampa two, com vários times usando características dela, como o Broncos e Chiefs.
É isso. Semana que vem vamos falar sobre os defensive linemen, suas funções e suas denominações. Você vai finalmente saber que diabos é "three technique"...:-)